Para quem não se lembra ou não saiba, o café Capri ficava situado junto a actual Estação de Serviço Galp, próximo do rio Oura e esteve aberto desde 1962 até 1980. O edifício, que ainda hoje existe, pertencia nessa altura à D. Ana Carvalho Teixeira (D. Anita), já falecida. O café, que funcionava no rés-do-chão, foi lançado por Manuel Carvalho (Manel Capri), marido da professora Priscila.
A sua esplanada era muito frequentada no verão, uma vez que ficava perto das margens do rio Oura e era ocupada pelas copas dos enormes plátanos ali existentes.
No inverno, o seu salão era mais procurado para jogar bilhar livre, dominó e damas, ou simplesmente para ouvir uma música dos Beatles.
Mas o café Capri, também, servia para juntar uma comissão de festas do ano de 1963...
De pé da esquerda para a direita: Silvério, Antonio (Penacova),??, Eduardo Latoeiro, Pipa genro do Silvério.
Sentado da esquerda para a direita: Manuel (brasileiro), José Rodrigues (Carriço), Toninho do Carneiro, António Chino, Toninho Russo, Zeca Diniz.
Sentado da esquerda para a direita: Manuel (brasileiro), José Rodrigues (Carriço), Toninho do Carneiro, António Chino, Toninho Russo, Zeca Diniz.
Ao balcão: Manel Capri e D. Anita Gonçalves
A cópia desta fotografia foi-me enviada pelo meu amigo vidaguense António Lobo da Silva, filho do falecido António Chino. A ele, o meu muito obrigado por esta lembrança.
E como diz a música...Capri c´est fini! ouvir música
Um abraço e até breve,
E como diz a música...Capri c´est fini! ouvir música
Um abraço e até breve,












