sábado, 8 de setembro de 2012

Vidago Palace Hotel - 1911

Comprei, recentemente, mais um raro bilhete postal do hotel "Vidago Palace Hotel" para a minha colecção.
Neste postal é possível ver jardineiros  a construírem o que viriam a ser os jardins deste Ex Libris de Vidago.
 
 

(Bilhete postal da edição Union Postale Universelle - 1911)
  
E para acabar este post, um provérbio que tem tudo a ver com aquilo se tem visto, ultimamente, pelo nosso país: Em Setembro, ardem os montes e secam as fontes.
 
Um abraço e até breve...

domingo, 2 de setembro de 2012

Cartaz VM&PS

E porque hoje é domingo, um miminho para os leitores e amigos deste blog...


Um abraço e até breve...

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Hotel Vidago Palace - 1912

O bilhete postal de hoje viajou há 100 anos de Vidago para Timor. O seu remetente, Sr. Olympio, enviou, no dia 9 de Agosto de 1912, para o seu primo, Sr. António Moreira da Costa Maia, Digno Chefe dos Serviços de Obras Públicas no Distrito de Dilly (Timor) este postal do lago e parque do Palace Hotel.
 
Há uma frase que quero partilhar com os leitores porque achei-a engraçada, "Uma estravagancia, este ano, vim com o Luiz a Vidago e cá ando gastando uns cobres e vendo e acompanhando os aquistas...".
 
António Moreira da Costa Maia foi o autor de "Mapas Quilométricos de todas as linhas telefónicas de Timor", Díli 1950.

 
 
(Bilhete postal da edição de Germano A. Costa - Vidago - 09/08/1912)
 
Após estes anos todos este postal voltou para Vidago, deixando a ilha de Timor!

Um abraço e até breve...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Livro "Memórias de Vidago" - versão digital

Já está disponível em formato digital o livro "Memórias de Vidago", do autor Floripo Virgílio Salvador.
 
Para aceder ao livro, basta cliquar  em "Memórias de Vidago", depois em "Download"  e por fim, nessa página cliquar em "download anyway", para fazer o download do livro.

 
Este livro digital é protegido pelo Código do Direito de Autor. Não pode ser alterado, plagiado, distribuído ou comercializado de nenhuma forma, sem a expressa autorização do seu autor.
 
Boa leitura e até breve...

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012



EM VIDAGO: UMA ROTUNDA DEPRIMENTE!

Ao longo de todo o ano, a A24 conduz a Vidago (terra essencialmente turística) imensa gente que ali procura o descanso e o lazer. O Palace Hotel é o ex-líbris dos hotéis da região. Dois campos de golfe (o principal com 18 buracos) fazem afluir à estância termal gente de todo o País. A infraestrutura rodoviária, que agora é portajada, tem uma saída, com rotunda, a meio quilómetro da vila termal. De 14 metros de diâmetro, foi construída há já 4 anos, quando a então SCUT foi aberta ao trânsito! Passado todo este tempo é quase inacreditável como a referida rotunda nunca tivesse qualquer beneficiação, ainda que simples, que pudesse emprestar alguma dignidade à vila que serve! Quem chega à rotunda observa as placas indicativas da estância termal, do Palace Hotel e dos campos de golfe. Em verdadeiro contraste, e ao mesmo tempo, depara com um espaço de mato, verde de inverno e seco de verão que fere a sensibilidade visual de todos! As Estradas de Portugal são a entidade responsável por aquele horrível e indigente estado em que se encontra a referida rotunda na EN 2! Será que vai ficar, assim, eternamente?


(Texto publicado no Jornal de Notícias na edição de 9 de Agosto de 2012)

Floripo Salvador

terça-feira, 31 de julho de 2012

Grande Hotel de Vidago - 1882



Esta imagem foi publicada na revista "Occidente - Revista Illustrada de Portugal e do Estrangeiro" na edição de 1 de Agosto de 1882, e faz parte do artigo "Estabelecimento das Águas de Vidago".
Gostava de lhe dar os meus parabéns por estes 130 anos de publicação mas da maneira em que se encontra este edifício, prefiro dizer lhe "Descansa em Paz".

Os meus agradecimentos ao Luís Calafate pela partilha deste documento.

Um abraço e até breve...

sábado, 28 de julho de 2012

Noites de Verão, era na Papilon!

Quando chega o Verão sinto saudades da extinta discoteca Papilon. Era lá onde nos reuníamos para aquelas conversas inocentes, sem grande visão da vida, éramos felizes e andar em grupos era a nossa marca.
Agora que tudo isto passou, pelo menos ficam as fotografias da malta que frequentava a Papilon!


Aqui malta de Vidago, Oura e de Vilela do Tâmega...


Infelizmente, já não está entre nós o saudoso Modesto de Vilela (ao centro), para mim será sempre o meu amigo Modesto, que um dia conheci no café da Praia de Vidago...

Agora, as noites de Vidago são mais curtas mas sempre belas, cheias de estrelas e de brilho.

Um abraço e até breve...

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Vidago - Vista Parcial

“Eu amo Trás-os-Montes naquele silêncio das florestas e das estradas afastadas que aguardam ora a neve, ora o pavor do Verão. Amo-o ainda mais quando vejo a cor da terra e a sombra dos seus castelos em ruínas, quando suspeito o fundo dos rios, os recantos junto dos açudes e a altura das árvores. E perco-me desse mal de paixão, quando, de longe, Trás-os-Montes se assemelha vagamente a uma terra prometida aos seus filhos mais distantes, ou mais expulsos, ou mais ignorados, ou mais mortos apenas. E amam-se aquelas árvores porque vêm do interior da terra, justamente, sem invocar a sua antiguidade ou a sua grandiosidade.
Ama-se o frio, até, o esplendor das geadas sobre os lameiros, o sabor da comida que nunca perdeu a intensidade nem a razão. E amam-se os rios, os areais, os poços das hortas, as cancelas de madeira que vão perdendo a cor, e talvez se amem o fogo das lareiras, os ramos mais altos dos freixos e das cerejeiras, os jardins abonecados das suas cidades, o granito das casas, o cheiro das aldeias onde ao fim da tarde se chama paz ao silêncio e se dá nome de chuva à água do céu.”
Francisco José Viegas



(Bilhete postal da edição "Casa Rodrigues - Vidago" - Foto Bilus - Chaves - não circulado)
Um abraço e até breve Vidago...

terça-feira, 10 de julho de 2012


Soneto à Torre do Coto (Vidago):

Aqui me sento,
Daqui me deleito,
Encostado a ti sinto o vento
Que empurra tudo sem jeito!

Deste sítio estendo o olhar,
À paisagem que amo,
E o pensamento faz-me sonhar
Pousado na ponta dum ramo!

Aos deuses peço protecção
Para a natureza que observo
Sem ela, choraria meu coração!

Mas a divindade será generosa,
E neste tempo que me resta
Vê-la-ei sempre formosa!

Floripo Salvador
Outono de 2011